Finais
de semana em sua maioria são tediosos. Acordar tarde no sábado – igual a todo
mundo. Depois de muita briga e discussão com a força misteriosa que segura-me
na cama, resolvo levantar. Corpo pesado e desorientado, como se a carga de
cansaço da semana inteira de estudos tenha se acumulado e se despejado em mim
com o dobro da força. Movimentos lentos,
preguiça à todo vapor. Olhos cerrados, cabelos ajeitados ao acaso, semblante
abatido, estomago esvaziado.
Café;
café que preenche o vazio do estomago, arrebatando a fome e dando-me uma
disposição para poder iniciar o dia. Olho a janela, e ao fundo, a típica
paisagem mórbida se mostra, porém, ensolarada, com um tom mais alegre.
Passam-se as horas, e quando a leitura não pode mais deter minha vontade de não
fazer nada. Paro. Penso, escrevo.
Meu
humor no fim do dia fica a mercê do resultado da partida do Tricolor do Morumbi.
E até a hora de deitar para iniciar um novo ciclo diário, o computador toma
conta do entretenimento e a internet torna-se meu sustento.
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